Mas o advogado da mulher, Elshareef Ali Elshareef Mohammed, afirmou que não há nenhuma informação oficial sobre a soltura da sudanesa, e que a informação passada pode ser uma tentativa do governo de inibir a pressão internacional.
Sobre a soltura ele afirma que é o sistema judicial quem deve revogar a sentença de morte e não o governo como aconteceu no final da última semana quando um oficial da chancelaria disse que Meriam seria solta.
Pelas regras do Sudão, para revogar a sentença de morte contra a mulher cristã é necessário entrar com uma apelação junto à corte e esse processo pode demorar meses para ser julgado e aceito.
Por conta do casamento ela foi condenada a receber 100 chibatadas, pois a lei sudanesa não reconhece o casamento entre muçulmanos com fiéis de outras religiões. Meriam tentou explicar que nunca foi muçulmana, mas não teve chances diante da corte e foi condenada. A execução pode acontecer quando sua filha completar dois anos. Com informações Gospel Voice.
Fonte: Gospel Prime
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