A cristã sudanesa que havia sido condenada à morte sob a acusação de apostasia do islamismo concedeu uma entrevista após a anulação da sentença que chocou o mundo e disse que colocou seu futuro nas mãos de Deus.
Perseguição
Quando Meriam foi condenada, ela estava grávida de oito meses de seu segundo filho da união com Daniel Wani, que também é cristão. As autoridades do país entenderam que ela havia cometido adultério, e a condenaram também a 100 chibatadas, além do enforcamento por causa da suposta apostasia.
A defesa de Meriam alegou que ela havia sido criada com ensinamentos cristãos, apesar de seu pai ser muçulmano, e que por ela nunca ter professado a fé islâmica, não poderia ter deixado de ser muçulmana.
O argumento dos advogados que defenderam Meriam só foi aceito pela Corte de Apelações após uma intensa pressão internacional que cobrou do governo sudanês o respeito aos compromissos assumidos pelo país junto à comunidade internacional de respeitar as liberdades individuais.
Fonte: Gospel Mais
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