Ao pesquisar sobre a perseguição de cristãos iraquianos, um acadêmico britânico constatou que a situação atual é “digna de desprezo”.
No texto, ele retrata o contexto como um “crime de guerra que, estranhamente, parece que ninguém quer se pronunciar” a respeito.
Dentro das obrigações que os cristãos iraquianos vivem, ele entende que o momento dos cristãos no país se resume a “uma escolha pouco atraente: se converter, pagar um imposto religioso, ou ser colocado para a espada”.
Uma das principais reivindicações de Stanley é para que o Ocidente se mova, já que esteve tão envolvido no Iraque na última década e hoje cala sua voz.
“As ruas de Londres se enchem de milhares que marcham contra a operação militar de Israel na Faixa de Gaza; o Ocidente trilha poderosamente contra os separatistas na Ucrânia, mas quanto ao Iraque não há nada”, questiona o estudioso.
Para Stanley, os chefes de Estado ocidentais estão mais preocupados com questões de território do que sobre direitos humanos, o que “faz nos sentir envergonhados com a própria ideia de ver cristãos como uma minoria perseguida”.
Ele acrescenta que “ocidentais têm sido treinados a pensar nos cristãos como ‘agentes de agressão, e não a sua vítima’, e por isso estão surdos aos pedidos de ajuda”.
Fonte: Christian Post
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