O apetite do Ministério Público (MP) por desvendar as supostas irregularidades em relação à construção e funcionamento do Templo de Salomão levou promotor Mauricio Antonio Ribeiro Lopes a pedir à prefeitura que feche a nova sede da Igreja Universal do Reino de Deus.
O edifício vem funcionando sem o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB), e o “alvará de evento”, de acordo com o promotor Lopes, teria validade apenas para o dia da inauguração. Como atualmente ocorrem mais de 15 reuniões no local, o documento não teria valor legal.
“Não tem validade nenhuma esse documento (alvará de evento). É apenas um papel”, disparou o promotor Lopes.
A Secretaria de Licenciamentos atualmente avalia um “projeto modificativo de alvará de reforma” enviado pela Igreja Universal do Reino de Deus. Um pedido semelhante, protocolado em 2011, foi recusado em setembro do ano passado.
O pedido de “alvará de reforma” teria sido feito como forma de driblar a legislação municipal vigente, que obriga as novas construções na região onde o megatemplo foi erguido a destinar 40% de sua área total a moradias populares.
Fonte: Gospel Mais
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