Questionado se faria alguma distinção entre as diferentes religiões e se compareceria a uma cerimônia de umbanda ou de candomblé caso seja eleito, o candidato afirmou não discriminar ninguém pela sua religião, mas defendeu sua liberdade de não ir locais que vão contra seus princípios.
– Sou livre para ir aonde quiser. Eu tenho meus princípios e minha fé, cada um tem a liberdade de exercê-la. Da mesma forma que há pessoas que não querem ir à minha igreja, não iria a um terreiro. Isso é normal. É a liberdade de cada cidadão. Democracia é isso.
Sobre o aborto, pastor Everaldo foi enfático ao afirmar que não é a favor da legalização da prática e que não é necessária nenhuma mudança na legislação atual que, segundo ele, “já trata com bastante clareza os casos excepcionais”.
Sobre a crescente discussão da criminalização da homofobia, o candidato afirmou que a legislação vigente no Brasil já trata de maneira suficiente todas as formas de preconceito, e que não é necessária uma legislação específica para tratar o preconceito contra homossexuais.
– O que querem fazer, hoje na lei, é dizer que um pastor e um padre não podem dizer, na sua fé, que a prática do homossexualismo é um pecado. Querem proibir quem crê nisso de falar nesse assunto – ressaltou o candidato.
Fonte: Gospel Mais
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